
A Rede TV passou de todos os limites durante sua transmissão de carnaval ao exibir a colocação de um tapa-sexo em uma modelo na área da concentração do sambódromo do Rio de Janeiro. A bizarra “reportagem” destacava o menor tapa-sexo do carnaval e o close generoso e apelativo revelou bem mais do que o bom senso manda mostrar na televisão. A Rede TV abusou da apelação e das frases feitas repetidas pelos perdidos repórteres que mostravam o submundo do carnaval. O pior é a “sambadinha” das entrevistadas, um recurso para que o telespectador ganhe como bônus mais um pouco de corpo semi-nu. A audiência desta apelativa transmissão oscilou entre 4 e 5 pontos.




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